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ENSAIOS SOBRE EÇA DE QUEIRÓS

14.13  12.72 


9789727089413
2007
206
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
364 gr

Este livro começa com uma reportagem de Maria Filomena Mónica sobre um país, o Egipto, que Eça visitou em 1869.
Reúne também nove ensaios que abordam a vida diplomática de Eça, as suas recorrentes polémicas com Pinheiro Chagas sobre patriotismo, as ambíguas relações com Ramalho Ortigão, o talento desigual dos seus contos, os alegados plágios, Os Maias como o apogeu de uma carreira, o seu fim de vida, deambulando, doente, pelo centro da Europa, e um funeral com honras tardias. Há também um inédito texto final em que se abordam os mitos criados sobre a vida e a obra de Eça de Queirós. No seu conjunto — e em ligação com a biografia que a autora publicou em 2001 — estes ensaios ajudam a libertar o autor de A Relíquia do espartilho académico em que foi mantido ao longo das últimas décadas.
Maria Filomena Mónica aborda Eça de Queirós com uma distância crítica que não impede o fascínio, referenciando as relações da sua obra com a literatura e a sociedade do seu tempo e com a vida algo solitária pela qual optou quando viveu em Cuba, Newcastle, Bristol ou Paris.


Este livro começa com uma reportagem de Maria Filomena Mónica sobre um país, o Egipto, que Eça visitou em 1869.
Reúne também nove ensaios que abordam a vida diplomática de Eça, as suas recorrentes polémicas com Pinheiro Chagas sobre patriotismo, as ambíguas relações com Ramalho Ortigão, o talento desigual dos seus contos, os alegados plágios, Os Maias como o apogeu de uma carreira, o seu fim de vida, deambulando, doente, pelo centro da Europa, e um funeral com honras tardias. Há também um inédito texto final em que se abordam os mitos criados sobre a vida e a obra de Eça de Queirós. No seu conjunto — e em ligação com a biografia que a autora publicou em 2001 — estes ensaios ajudam a libertar o autor de A Relíquia do espartilho académico em que foi mantido ao longo das últimas décadas.
Maria Filomena Mónica aborda Eça de Queirós com uma distância crítica que não impede o fascínio, referenciando as relações da sua obra com a literatura e a sociedade do seu tempo e com a vida algo solitária pela qual optou quando viveu em Cuba, Newcastle, Bristol ou Paris.