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A LOUCURA DE DEUS

15.15  13.64 


Carlos Correia Monteiro de Oliveira
9789896410650
2009
148
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
273 gr

Os conflitos entre as religiões monoteístas desempenham actualmente um papel preponderante no cenário internacional. Em A Loucura de Deus, Peter Sloterdijk começa por interrogar as condições políticas, sociais e psico- dinâmicas que enquadraram o nascimento dos três monoteísmos, o judaísmo, o cristianismo e o islão. Em seguida, descreve as múltiplas hipóteses de conflitos e analisa os seus desenvolvimentos, em particular as tentativas de imposição pela força, das quais a guerra santa dos islamistas é um exemplo. Segundo ele os crentes radicais, que reclamam a supremacia do seu deus único, têm de se decidir a integrar a sociedade civil e a iniciar assim um diálogo cultural tripartido, única perspectiva para evitar futuras guerras religiosas.
Peter Sloterdijk prolonga aqui, no campo religioso, uma reflexão que iniciou há muito sobre a coexistência de estruturas antagonistas. Retoma assim o exame crítico ao qual se dedicou em A Fúria e o Tempo, em que desenvolvia a tese da utilização da religião como «banco de vingança metafísica». Ao propor a reconversão dos zeladores em actores da sociedade, projecta uma saída sócio-filosófica para os desastres dessa «loucura divina» que mata em nome da virtude.


Os conflitos entre as religiões monoteístas desempenham actualmente um papel preponderante no cenário internacional. Em A Loucura de Deus, Peter Sloterdijk começa por interrogar as condições políticas, sociais e psico- dinâmicas que enquadraram o nascimento dos três monoteísmos, o judaísmo, o cristianismo e o islão. Em seguida, descreve as múltiplas hipóteses de conflitos e analisa os seus desenvolvimentos, em particular as tentativas de imposição pela força, das quais a guerra santa dos islamistas é um exemplo. Segundo ele os crentes radicais, que reclamam a supremacia do seu deus único, têm de se decidir a integrar a sociedade civil e a iniciar assim um diálogo cultural tripartido, única perspectiva para evitar futuras guerras religiosas.
Peter Sloterdijk prolonga aqui, no campo religioso, uma reflexão que iniciou há muito sobre a coexistência de estruturas antagonistas. Retoma assim o exame crítico ao qual se dedicou em A Fúria e o Tempo, em que desenvolvia a tese da utilização da religião como «banco de vingança metafísica». Ao propor a reconversão dos zeladores em actores da sociedade, projecta uma saída sócio-filosófica para os desastres dessa «loucura divina» que mata em nome da virtude.

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