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TUDO O QUE SOBE TEM DE CONVERGIR

16.00  14.40 


Rogério Casanova
9789896415617
11/15
248
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
392 gr

Os nove contos de Tudo O Que Sobe Tem de Convergir confirmam Flannery O’Connor como uma das mais importantes escritoras do Sul dos EUA, a par de Eudora Welty, Carson McCullers e Katherine Anne Porter.
A história que dá nome ao livro é um drama sobre desentendimentos familiares e raciais. «Revelação» e «O Calafrio Permanente» exploram os conflitos entre figuras parentais e os seus obstinados descendentes, onde a intensidade é gerada tanto por conversas calmas como pela violência física de gangsters e fanáticos.

«Flannery vê o compromisso com o Cristianismo não como uma comunhão confortável, mas como um estado de ansiedade permanente. E nunca cessa de nos lembrar que a interação com o Divino é necessariamente aterradora. Os processos da fé — batismo, eucaristia, revelação — não são meros conceitos abstratos ou rotinas institucionais, mas sim experiências radicais, transformadoras e permanentes. A esta luz, as tatuagens de Parker, no último conto do livro, serão a metáfora perfeita para a conversão: algo doloroso, indelével, exuberante e alternadamente ridículo ou assustador para quem observa.»

Do Posfácio de Rogério Casanova


Os nove contos de Tudo O Que Sobe Tem de Convergir confirmam Flannery O’Connor como uma das mais importantes escritoras do Sul dos EUA, a par de Eudora Welty, Carson McCullers e Katherine Anne Porter.
A história que dá nome ao livro é um drama sobre desentendimentos familiares e raciais. «Revelação» e «O Calafrio Permanente» exploram os conflitos entre figuras parentais e os seus obstinados descendentes, onde a intensidade é gerada tanto por conversas calmas como pela violência física de gangsters e fanáticos.

«Flannery vê o compromisso com o Cristianismo não como uma comunhão confortável, mas como um estado de ansiedade permanente. E nunca cessa de nos lembrar que a interação com o Divino é necessariamente aterradora. Os processos da fé — batismo, eucaristia, revelação — não são meros conceitos abstratos ou rotinas institucionais, mas sim experiências radicais, transformadoras e permanentes. A esta luz, as tatuagens de Parker, no último conto do livro, serão a metáfora perfeita para a conversão: algo doloroso, indelével, exuberante e alternadamente ridículo ou assustador para quem observa.»

Do Posfácio de Rogério Casanova

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