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PULSAÇÕES

18.00  16.20 


9789896414283
2014
320
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
468 gr

«Este livro reúne textos sobre política e outros acontecimentos publicados na Visão, entre 2005 e 2014. Não são “crónicas” porque não respeitam uma regularidade cronológica nem estão necessariamente ligados a um evento, nem sequer a um facto social ou histórico. Como não são apenas “comentários” ou “artigos”, nem anotações diarísticas. Nem tão-pouco textos avulsos de ficção, de observação sociológica ou de filosofia política. Haverá neles de tudo isso um pouco. O objectivo do autor foi procurar extrair sentido de uma acção política, de relações raramente analisadas (entre a democracia e as crianças, por exemplo), de analisar comportamentos extraordinários para os situar e poder compreender. (…)
Deu-se importância à política porque dela dependem as nossas vidas sociais e individuais. Daí, em pano de fundo, nestes tempos de crise, a questão: porque é que os portugueses se resignam? Porque é que não se revoltam? Porque é que admitem tanta prepotência medíocre dos que os humilham, esmagam, lhes retiram, dia após dia, as energias tão fundamentais para o país? Mais concretamente: que mecanismos impedem os portugueses de se exprimirem em democracia, permitindo ao mesmo tempo a proliferação da asneira governativa?»

Do Prefácio


«Este livro reúne textos sobre política e outros acontecimentos publicados na Visão, entre 2005 e 2014. Não são “crónicas” porque não respeitam uma regularidade cronológica nem estão necessariamente ligados a um evento, nem sequer a um facto social ou histórico. Como não são apenas “comentários” ou “artigos”, nem anotações diarísticas. Nem tão-pouco textos avulsos de ficção, de observação sociológica ou de filosofia política. Haverá neles de tudo isso um pouco. O objectivo do autor foi procurar extrair sentido de uma acção política, de relações raramente analisadas (entre a democracia e as crianças, por exemplo), de analisar comportamentos extraordinários para os situar e poder compreender. (…)
Deu-se importância à política porque dela dependem as nossas vidas sociais e individuais. Daí, em pano de fundo, nestes tempos de crise, a questão: porque é que os portugueses se resignam? Porque é que não se revoltam? Porque é que admitem tanta prepotência medíocre dos que os humilham, esmagam, lhes retiram, dia após dia, as energias tão fundamentais para o país? Mais concretamente: que mecanismos impedem os portugueses de se exprimirem em democracia, permitindo ao mesmo tempo a proliferação da asneira governativa?»

Do Prefácio

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