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PORTUGAL, HOJE: O MEDO DE EXISTIR

16.15  14.54 


9789727089369
2007
208
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
378 gr

Esta nova edição acrescenta ao texto de Portugal, Hoje — O Medo de Existir um comentário em que José Gil analisa a evolução recente do país e as críticas que o seu livro recebeu. Seguem-se algumas das principais entrevistas que o autor deu a propósito de Portugal, Hoje.

«Pensador difícil e denso, altamente criativo, capaz de inventar conceitos próprios, José Gil, com Portugal, Hoje adquire uma notoriedade assinalável.»

Eduardo Prado Coelho, Público,
Fevereiro de 2005

«Num livrinho de 150 páginas, quase de bolso, José Gil teve a humildade de libertar o seu discurso do jargão académico e filosófico e descer à terra. O resultado é fascinante porque há muito se não via, entre nós, um filósofo falar do real quotidiano de modo tão inteligente e, ao mesmo tempo, tão simples.»

Rodrigues da Silva, JL, Janeiro de 2005

«Na análise de José Gil, Portugal é uma sociedade normalizada, onde o horizonte dos possíveis é extremamente pobre e onde a prática democrática encontra resistências ao aprofundamento.»

António Guerreiro, Expresso, Dezembro de 2004

«Vasta ambição esta de José Gil tentando reconstruir toda uma tradição filosófica, quer levando até aos limites algumas das nossas tradições, quer opondo-se com determinação às que estão na própria origem da sua vocação filosófica, como a fenomenologia.»

Eduardo Lourenço, no n.º especial
do Le Nouvel Observateur, de Janeiro de 2005,
sobre os «25 Grandes Pensadores do Mundo Inteiro».


Esta nova edição acrescenta ao texto de Portugal, Hoje — O Medo de Existir um comentário em que José Gil analisa a evolução recente do país e as críticas que o seu livro recebeu. Seguem-se algumas das principais entrevistas que o autor deu a propósito de Portugal, Hoje.

«Pensador difícil e denso, altamente criativo, capaz de inventar conceitos próprios, José Gil, com Portugal, Hoje adquire uma notoriedade assinalável.»

Eduardo Prado Coelho, Público,
Fevereiro de 2005

«Num livrinho de 150 páginas, quase de bolso, José Gil teve a humildade de libertar o seu discurso do jargão académico e filosófico e descer à terra. O resultado é fascinante porque há muito se não via, entre nós, um filósofo falar do real quotidiano de modo tão inteligente e, ao mesmo tempo, tão simples.»

Rodrigues da Silva, JL, Janeiro de 2005

«Na análise de José Gil, Portugal é uma sociedade normalizada, onde o horizonte dos possíveis é extremamente pobre e onde a prática democrática encontra resistências ao aprofundamento.»

António Guerreiro, Expresso, Dezembro de 2004

«Vasta ambição esta de José Gil tentando reconstruir toda uma tradição filosófica, quer levando até aos limites algumas das nossas tradições, quer opondo-se com determinação às que estão na própria origem da sua vocação filosófica, como a fenomenologia.»

Eduardo Lourenço, no n.º especial
do Le Nouvel Observateur, de Janeiro de 2005,
sobre os «25 Grandes Pensadores do Mundo Inteiro».

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