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O MISTÉRIO DE MARIE ROGET (O) – BARRIL DE ALMONTILADO

12.12  10.91 


Jorge de Sena
9789896410742
2009
88
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
184 gr

Uma jovem, Mary Cecília Rogers, é assassinada nos arredores de Nova Iorque. Apesar dessa morte ter despertado um intenso e persistente interesse, o seu mistério ainda não fora resolvido quando Edgar Allan Poe escreve esta novela em Outubro de 1842.
Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque, recorrendo apenas aos jornais que pode obter.
Muito depois de O Mistério de Marie Rogêt ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus principais detalhes hipotéticos.

O Barril de Amontillado é um conto publicado pela primeira vez em Novembro de 1846 na Godey’s Lady’s Book.
A história decorre numa cidade italiana, provavelmente no século XVIII, e conta a vingança do narrador sobre o amigo Fortunato que se teria atrevido a insultá-lo.
«Eu seria vingado na devida altura; era este um ponto definitivamente assente – mas o carácter por completo definitivo com que fora determinado excluía a ideia de risco.»


Uma jovem, Mary Cecília Rogers, é assassinada nos arredores de Nova Iorque. Apesar dessa morte ter despertado um intenso e persistente interesse, o seu mistério ainda não fora resolvido quando Edgar Allan Poe escreve esta novela em Outubro de 1842.
Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque, recorrendo apenas aos jornais que pode obter.
Muito depois de O Mistério de Marie Rogêt ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus principais detalhes hipotéticos.

O Barril de Amontillado é um conto publicado pela primeira vez em Novembro de 1846 na Godey’s Lady’s Book.
A história decorre numa cidade italiana, provavelmente no século XVIII, e conta a vingança do narrador sobre o amigo Fortunato que se teria atrevido a insultá-lo.
«Eu seria vingado na devida altura; era este um ponto definitivamente assente – mas o carácter por completo definitivo com que fora determinado excluía a ideia de risco.»

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