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O MAR, O MAR

21.81 


José Miguel Silva
9789727088263
2005
518
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
748 gr

Charles Arrowby, um semideus do teatro — encenador, dramaturgo e actor—, retira-se um dia do seu brilhante mundo londrino para “renunciar à magia e tornar-se um eremita”. Passa a viver numa casa isolada na costa diante de um marturbulento e plúmbeo, transparente e opaco, mágico e maternal. Ali espera, pelo menos, conseguir evitar “as mulheres” — mas eis que, inesperadamente, encontra uma por quem esteve apaixonado há muitos anos. Chegam também o seu primo budista, James, e outros visitantes. A solidão de Charles acaba habitada pelo drama das suas fantasias e obsessões, envoltas no ciúme, inveja, vaidade e compaixão.
“Não tenho dúvida alguma de que a escritora íris Murdoch é uma das romancistas mais importantes da língua inglesa… 0 poder da sua visão imaginativa, a sua inteligência e a sua consciência e capacidade de revelação da verdade humana são notáveis.” The Times
“Uma fantástica proeza da imaginação bem como uma obra literária maravilhosamente concebida.” Vogue
íris Murdoch nasceu em Dublin, em 1919, de pais anglo-irlandeses. Frequentou a Badminton School, em Bristol, e estudou Literatura Clássica na Universidade de Oxford. Fez uma pós-graduação em Filosofia em Cambridge sob a orientação de Wittgenstein e, a partir de 1948, ensinou esta disciplina em Oxford, cidade onde viveu a maior parte da sua vida. Em 1956 casou-se com John Bayley. Escreveu ensaios filosóficos, peças teatrais, poesia e vinte e seis romances, onde é clara a influência de questões da filosofia moral. Em 1974 o Whitbread Prize foi atribuído ao seu romance A Máquina do Amor Sagrado e Profano, e em 1978 o Booker Prize a OMar, o Mar. Morreu a 8 de Fevereiro de 1999 e é hoje considerada a mais original escritora britânica da sua geração.


Charles Arrowby, um semideus do teatro — encenador, dramaturgo e actor—, retira-se um dia do seu brilhante mundo londrino para “renunciar à magia e tornar-se um eremita”. Passa a viver numa casa isolada na costa diante de um marturbulento e plúmbeo, transparente e opaco, mágico e maternal. Ali espera, pelo menos, conseguir evitar “as mulheres” — mas eis que, inesperadamente, encontra uma por quem esteve apaixonado há muitos anos. Chegam também o seu primo budista, James, e outros visitantes. A solidão de Charles acaba habitada pelo drama das suas fantasias e obsessões, envoltas no ciúme, inveja, vaidade e compaixão.
“Não tenho dúvida alguma de que a escritora íris Murdoch é uma das romancistas mais importantes da língua inglesa… 0 poder da sua visão imaginativa, a sua inteligência e a sua consciência e capacidade de revelação da verdade humana são notáveis.” The Times
“Uma fantástica proeza da imaginação bem como uma obra literária maravilhosamente concebida.” Vogue
íris Murdoch nasceu em Dublin, em 1919, de pais anglo-irlandeses. Frequentou a Badminton School, em Bristol, e estudou Literatura Clássica na Universidade de Oxford. Fez uma pós-graduação em Filosofia em Cambridge sob a orientação de Wittgenstein e, a partir de 1948, ensinou esta disciplina em Oxford, cidade onde viveu a maior parte da sua vida. Em 1956 casou-se com John Bayley. Escreveu ensaios filosóficos, peças teatrais, poesia e vinte e seis romances, onde é clara a influência de questões da filosofia moral. Em 1974 o Whitbread Prize foi atribuído ao seu romance A Máquina do Amor Sagrado e Profano, e em 1978 o Booker Prize a OMar, o Mar. Morreu a 8 de Fevereiro de 1999 e é hoje considerada a mais original escritora britânica da sua geração.

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