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O Homem Que Via Tudo

18.00  16.20 


Alda Rodrigues
9789896419820
11/2019
232
15,3 X 23,3 x 2,1 cms
Capa Mole
398 gr

SOBRE O LIVRO:

Finalista do Man Booker Prize

“Olá, Saul. Como vão as coisas?”
“Estou a tentar atravessar a rua”, respondi.
“Sim”, disse ela. “Há trinta anos que tentas atravessar a rua, mas aconteceram várias coisas entretanto.”

Em 1988, Saul Adler é atropelado em Abbey Road. Aparentemente, fica bem. Levanta-se e vai ter com a namorada, Jennifer Moreau. Fazem sexo e terminam o relacionamento amoroso, mas não antes de ela o ter fotografado a atravessar a mesma rua onde fora atropelado.
Saul parte para estudar na Berlim Leste comunista, dois meses antes da queda do Muro, e aí encontra o tradutor que lhe foi atribuído e a irmã deste, que jura ter visto um jaguar a deambular pela cidade. Saul apaixona-se; preocupa-se obsessivamente com o pai, um homem difícil e autoritário; e trava amizade com um hippie, que pode ou não ser um agente da Stasi, mas que o vai assombrar num futuro próximo.
Movendo-se entre tempos diferentes e deixando um rasto em espiral, Levy analisa o que vemos e o que não conseguimos ver, as consequências do descuido, o peso da história e as nossas desastradas tentativas de o sacudir dos ombros.

“Levy é uma escritora indelével.” [The New York Times]

“Os prazeres de sedução da prosa de Levy estão nas suas várias camadas de brilhantismo.” [The Washington Post]

“Um trabalho de arte e filosofia. A cada novo romance, Levy aproxima-se da perfeição.” [New York Journal of Books]

“Deborah Levy é uma das escritoras e intelectuais mais importantes da Grã-Bretanha.” [New York Times Book Review]

 

SOBRE A AUTORA:

Três vezes nomeada para o Man Booker Prize, Deborah Levy é autora de sete romances: Beautiful Mutants, Swallowing Geography, The Unloved, Billy and Girl, Nadar para Casa, Hot Milk e O Homem Que Via Tudo. A sua coletânea de contos, Black Vodka, foi nomeada para o Frank O’Connor International Short Story Award e a sua leitura foi transmitida pela BBC Radio 4, o mesmo acontecendo com as suas dramatizações dos casos clínicos de Freud “Dora” e “O Homem dos Lobos”. Levy tem colaborado com a Royal Shakespeare Company, e a sua inovadora escrita teatral foi reunida no volume Levy: Plays 1. Na Relógio D’Água tem já publicados dois volumes (Coisas Que não Quero Saber e O Custo de Vida) de uma trilogia autobiográfica sobre a escrita, políticas de género e filosofia.


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