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O FALCÃO PEREGRINO

14.13  12.72 


José Miguel Silva
9789727089659
2007
96
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
170 gr

Esta novela descreve os acontecimentos de uma única tarde. Alwyn Tower, um norte-americano expatriado e romancista frustrado, está a viver com uma amiga numa casa de campo em Chancellet, França, quando um casal de ricos e itinerantes irlandeses lhes faz uma visita — com Lucy, o seu falcão amestrado, presença algo inquietante.
Uma obra de uma elegância clássica, O Falcão Peregrino é considerada uma das melhores novelas americanas.

«Na minha opinião, O Falcão Peregrino ombreia facilmente com obras como The Good Soldier de Ford Madox Ford, O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald ou Os Manuscritos de Jeffrey Aspern de Henry James.»
Da Introdução de Michael Cunningham

«É verdadeiramente uma obra-prima, de forma raramente conseguida ou experimentada nos dias de hoje.»
Christopher Isherwood

«[Em O Falcão Peregrino] o leitor é constantemente reposicionado, constantemente forçado a ver algo que antes não vira. O mundo de Wescott é autónomo mas precário, e, tal como o verdadeiro, infindavelmente repleto de significado.»
Howard Moss, The New Yorker


Esta novela descreve os acontecimentos de uma única tarde. Alwyn Tower, um norte-americano expatriado e romancista frustrado, está a viver com uma amiga numa casa de campo em Chancellet, França, quando um casal de ricos e itinerantes irlandeses lhes faz uma visita — com Lucy, o seu falcão amestrado, presença algo inquietante.
Uma obra de uma elegância clássica, O Falcão Peregrino é considerada uma das melhores novelas americanas.

«Na minha opinião, O Falcão Peregrino ombreia facilmente com obras como The Good Soldier de Ford Madox Ford, O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald ou Os Manuscritos de Jeffrey Aspern de Henry James.»
Da Introdução de Michael Cunningham

«É verdadeiramente uma obra-prima, de forma raramente conseguida ou experimentada nos dias de hoje.»
Christopher Isherwood

«[Em O Falcão Peregrino] o leitor é constantemente reposicionado, constantemente forçado a ver algo que antes não vira. O mundo de Wescott é autónomo mas precário, e, tal como o verdadeiro, infindavelmente repleto de significado.»
Howard Moss, The New Yorker

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