“O Custo de Vida” é a segunda parte de Autobiografia Viva, a autobiografia de Deborah Levy.
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“O Custo de Vida, o novo livro de Deborah Levy, é tão bom que só o li uma hora por dia para o fazer durar.” [Miguel Esteves Cardoso, Público]
“Um manifesto eloquente.” [The Guardian]
“Uma escritora indelével… de um génio elíptico… O Custo de Vida é uma leitura de enorme prazer.” [The New York Times]
“Uma observadora arguta do mundano e do inexplicável. Levy consegue transmitir pormenores memoráveis em poucas palavras.” [The New York Times Book Review]
Um manifesto moderno, vital e empolgante sobre as políticas do feminismo, por uma autora duas vezes finalista do Man Booker Prize.
Qual é o preço que uma mulher paga por abalar antigas convenções e quebrar as hierarquias sociais que a tornaram uma personagem menor num mundo que nunca foi organizado em seu proveito?
A autora reflete sobre o que é viver com significado, valor e prazer, procurando a liberdade última, que é a de escrever a nossa própria vida, refletindo ao mesmo tempo sobre a obra de artistas e pensadores como Simone de Beauvoir, James Baldwin, Elena Ferrante, Marguerite Duras, David Lynch e Emily Dickinson.
SOBRE A AUTORA:
Deborah Levy é autora de seis romances: Beautiful Mutants, Swallowing Geography, The Unloved, Billy and Girl, Swimming Home e Hot Milk. Swimming Home e Hot Milk foram finalistas do Man Booker Prize.
A sua coletânea de contos, Black Vodka, foi nomeada para o Frank O’Connor International Short Story Award e a sua leitura foi transmitida pela BBC Radio 4, o mesmo acontecendo com as suas aclamadas dramatizações dos casos clínicos de Freud «Dora» e «O Homem dos Lobos».
Levy tem colaborado com a Royal Shakespeare Company, e a sua inovadora escrita teatral foi reunida no volume Levy: Plays 1. Coisas Que não Quero Saber é a primeira de três partes de uma autobiografia sobre a escrita, políticas de género e filosofia.














