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MISTÉRIOS DE LISBOA

17.50  15.75 


9789896411954
10/10
496
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
747 gr

O romance Mistérios de Lisboa foi inicialmente publicado, em folhetim, no diário portuense O Nacional a partir de 4 de Março de 1853, tendo aparecido em livro no ano seguinte. A obra teve um razoável êxito junto dos leitores. A terceira edição, sempre em três volumes, surgiu em 1861. Dois anos depois, Ernesto Biester adaptou o romance para teatro com o título A Penitência, tendo a peça sido levada ao palco do D. Maria II.
Alexandre Cabral em Dicionário de Camilo Castelo Branco considera os Mistérios de Lisboa, segunda obra do autor, o «produto de uma imaginação truculenta e incon-trolável».
«Os enredos – múltiplos e diversificados – entrelaçam-se no conjunto dos três vols., sendo os seus protagonistas personagens estranhas que têm em comum a faculdade exótica de mudarem de nome com a mesma facilidade como quem muda de camisa. Assim, Pedro da Silva, conhecido por João, chamar-se-á também Álvaro de Oliveira; o “Come-Facas” usava os seguintes pseudónimos: Barba-Roixa, Leo- poldo Saavedra, Tobias Navarro e Alberto Magalhães, e Sebastião de Melo faz-se passar pelo padre Dinis Ramalho e Sousa e duque de Cliton. Por outro lado, a vastidão do mundo (Portugal, França, Bélgica, Inglaterra, África, Japão e Brasil) é o cenário onde se desenrolam os conflitos ficcionais, marcados por vectores que perdurarão na novelística camiliana: a vingança, o anátema, o amor de mãe, a passionalidade, que se confunde com a ganância, a perversidade e a san- tidade. De permeio indícios vários de reminiscências biográficas do autor.»
Mais de 150 anos após a sua publicação original o livro, «em que os pecadores podem ascender à virtude e a virtude se conquista através de sofrimentos e lágrimas», é agora levado ao cinema pelo realizador Raúl Ruiz.


O romance Mistérios de Lisboa foi inicialmente publicado, em folhetim, no diário portuense O Nacional a partir de 4 de Março de 1853, tendo aparecido em livro no ano seguinte. A obra teve um razoável êxito junto dos leitores. A terceira edição, sempre em três volumes, surgiu em 1861. Dois anos depois, Ernesto Biester adaptou o romance para teatro com o título A Penitência, tendo a peça sido levada ao palco do D. Maria II.
Alexandre Cabral em Dicionário de Camilo Castelo Branco considera os Mistérios de Lisboa, segunda obra do autor, o «produto de uma imaginação truculenta e incon-trolável».
«Os enredos – múltiplos e diversificados – entrelaçam-se no conjunto dos três vols., sendo os seus protagonistas personagens estranhas que têm em comum a faculdade exótica de mudarem de nome com a mesma facilidade como quem muda de camisa. Assim, Pedro da Silva, conhecido por João, chamar-se-á também Álvaro de Oliveira; o “Come-Facas” usava os seguintes pseudónimos: Barba-Roixa, Leo- poldo Saavedra, Tobias Navarro e Alberto Magalhães, e Sebastião de Melo faz-se passar pelo padre Dinis Ramalho e Sousa e duque de Cliton. Por outro lado, a vastidão do mundo (Portugal, França, Bélgica, Inglaterra, África, Japão e Brasil) é o cenário onde se desenrolam os conflitos ficcionais, marcados por vectores que perdurarão na novelística camiliana: a vingança, o anátema, o amor de mãe, a passionalidade, que se confunde com a ganância, a perversidade e a san- tidade. De permeio indícios vários de reminiscências biográficas do autor.»
Mais de 150 anos após a sua publicação original o livro, «em que os pecadores podem ascender à virtude e a virtude se conquista através de sofrimentos e lágrimas», é agora levado ao cinema pelo realizador Raúl Ruiz.

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