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MIDDLEMARCH

30.00  27.00 


José Miguel Silva, Miguel Serras Pereira
9789896412630
11/11
650
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
1169 gr

Middlemarch (1871-72) é o mais importante romance saído do período vitoriano.
Nele, George Eliot aborda todos os temas fulcrais da vida moderna: arte, religião, ciência, política, comportamentos, sociedade e relações humanas.
Entre as suas personagens estão algumas das mais notáveis da literatura inglesa: Dorothea Brooke (a heroína), Rosamond Vincy (bela e egoísta), Edward Casaubon (o estudioso), Tertius Lydgate (um médico brilhante de duvidosa moralidade), Will Ladislaw (o artista) e Fred Vincy e Mary Garth (namorados de infância).

«Middlemarch é a sua [de George Eliot] mais subtil análise da imaginação moral, possivelmente a mais subtil que alguma vez foi conseguida na prosa de ficção.»

«George Eliot, tal como Emily Dickinson ou Blake, e tal como Shakespeare, repensou tudo para si mesma de uma ponta a outra. Ela é o romancista como pensador (não como filósofo), e frequentemente deturpamo-la porque menos- prezamos a força cognitiva que ela traz às suas perspectivas.»

«O romance canónico, no verão da sua existência, pode ter atingido o seu sublime em Middlemarch, cujo efeito sobre os leitores se mantém “incalculavelmente difusivo”.»

[Harold Bloom]


Middlemarch (1871-72) é o mais importante romance saído do período vitoriano.
Nele, George Eliot aborda todos os temas fulcrais da vida moderna: arte, religião, ciência, política, comportamentos, sociedade e relações humanas.
Entre as suas personagens estão algumas das mais notáveis da literatura inglesa: Dorothea Brooke (a heroína), Rosamond Vincy (bela e egoísta), Edward Casaubon (o estudioso), Tertius Lydgate (um médico brilhante de duvidosa moralidade), Will Ladislaw (o artista) e Fred Vincy e Mary Garth (namorados de infância).

«Middlemarch é a sua [de George Eliot] mais subtil análise da imaginação moral, possivelmente a mais subtil que alguma vez foi conseguida na prosa de ficção.»

«George Eliot, tal como Emily Dickinson ou Blake, e tal como Shakespeare, repensou tudo para si mesma de uma ponta a outra. Ela é o romancista como pensador (não como filósofo), e frequentemente deturpamo-la porque menos- prezamos a força cognitiva que ela traz às suas perspectivas.»

«O romance canónico, no verão da sua existência, pode ter atingido o seu sublime em Middlemarch, cujo efeito sobre os leitores se mantém “incalculavelmente difusivo”.»

[Harold Bloom]

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