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MENSAGEM

6.30 


9789896412982
07/13
168
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
308 gr

«Mensagem — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. Dividido em três partes (“Brasão”, “Mar Português” e “O Encoberto”), este livro, que esteve para se chamar “Portugal”, incorpora 44 poemas, alguns dos quais já ante- riormente publicados em jornais e revistas. (…) Mensagem — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um “reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser”.»
Agostinho da Silva em Um Fernando Pessoa

«Pessoa concebeu a Mensagem como um ritual, ou seja, como um livro esotérico. Se atendermos à perfeição externa, esta é a sua obra mais completa. Mas trata-se de um livro fabricado, com o que não quero dizer que seja insincero mas que nasceu das especulações e não das intuições do poeta. À primeira vista é um hino às glórias de Portugal e uma profecia de um novo império (o Quinto), que não será material mas espiritual; os seus domínios estender-se- -ão mais além do espaço e do tempo históricos (…). O livro é uma galeria de personagens históricas e lendárias, deslocadas da sua realidade tradicional e transformadas em alegorias de outra tradição e outra realidade.»
Octavio Paz em Fernando Pessoa, o desconhecido de si mesmo


«Mensagem — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. Dividido em três partes (“Brasão”, “Mar Português” e “O Encoberto”), este livro, que esteve para se chamar “Portugal”, incorpora 44 poemas, alguns dos quais já ante- riormente publicados em jornais e revistas. (…) Mensagem — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um “reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser”.»
Agostinho da Silva em Um Fernando Pessoa

«Pessoa concebeu a Mensagem como um ritual, ou seja, como um livro esotérico. Se atendermos à perfeição externa, esta é a sua obra mais completa. Mas trata-se de um livro fabricado, com o que não quero dizer que seja insincero mas que nasceu das especulações e não das intuições do poeta. À primeira vista é um hino às glórias de Portugal e uma profecia de um novo império (o Quinto), que não será material mas espiritual; os seus domínios estender-se- -ão mais além do espaço e do tempo históricos (…). O livro é uma galeria de personagens históricas e lendárias, deslocadas da sua realidade tradicional e transformadas em alegorias de outra tradição e outra realidade.»
Octavio Paz em Fernando Pessoa, o desconhecido de si mesmo

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