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COSSACOS – NOVELA DO CÁUCASO

14.13  12.72 


Filipe Guerra, Nina Guerra
9789896411398
01/10
176
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
312 gr

Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra.
Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído pela jovem Mariana.
O Nobel Ivan Búnin considerou Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página deste romance sem recordar Homero.

«[Foi nos Cossacos que] Tolstói compreendeu e dominou uma situação que se converteu numa parábola repetida da sua filosofia.»

«Na realidade, Tolstói está mais perto de Homero em obras menos complexas, como Cossacos e Contos do Cáucaso, nas cenas da Guerra da Crimeia e na seca sobriedade da morte de A Morte de Ivan Iliitch.»

[George Steiner]


Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra.
Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído pela jovem Mariana.
O Nobel Ivan Búnin considerou Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página deste romance sem recordar Homero.

«[Foi nos Cossacos que] Tolstói compreendeu e dominou uma situação que se converteu numa parábola repetida da sua filosofia.»

«Na realidade, Tolstói está mais perto de Homero em obras menos complexas, como Cossacos e Contos do Cáucaso, nas cenas da Guerra da Crimeia e na seca sobriedade da morte de A Morte de Ivan Iliitch.»

[George Steiner]

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