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A Segunda Espada

16.00  14.40 


António Sousa Ribeiro
9789897831669
09/2021
120
15,3 x 23,3 x 1,1 cms
capa mole
220 gr

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2019

De regresso a casa depois de uma longa viagem, o protagonista desta narrativa vê-se impelido a partir de novo alguns dias depois. Ao contrário da peregrinação anterior pelo mundo, desta vez encontra-se perante a necessidade de uma acção irrefutável.
“Então é este o semblante de um vingador!”, diz ele para si mesmo, olhando-se ao espelho nessa manhã antes de voltar a partir. Vingança? Por quê? Pela mãe, denunciada num jornal por ter simpatizado com a anexação do seu país pela Alemanha. Vingança de quem? De um jornalista que estaria por detrás destas acusações infundadas, alguém que mora nas colinas dos arredores de Paris.
Só que em Peter Handke nenhum plano pode ser traçado de antemão e nada nele é maniqueísta, não existem heróis nem malditos em estado puro. Quem tem pureza histórica suficiente para ter o direito de atirar a primeira pedra?

“[…] n’A Segunda Espada, ele mantém o suspense até ao fim. Será que o narrador se vai vingar do jornalista? É um jogo literário — não apenas com o que acontece no livro, mas também com o conhecimento da sua própria reputação.” [Sebastian Hammelehle, Der Spiegel]

“[…] é um texto literariamente perfeito e espantosamente irritante de auto-exploração.” [Ulrich Kühn, NDR Kultur]

SOBRE O AUTOR:
Peter Handke nasceu em 1942, em Griffen, na Áustria. Os pais pertenciam ao meio operário, e as dificuldades que teve na infância levaram-no a recusar precocemente as mais diversas formas de opressão. Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Graz, que abandonou em 1963, após o êxito da sua primeira obra, Os Moscardos. Tornou-se depressa um dos autores de língua alemã mais conhecidos e traduzidos, embora muitas vezes envolto em polémica. Escreveu romances, ensaios, poesia, obras de teatro, guiões cinematográficos de filmes de Wim Wenders como A Angústia do Guarda-Redes antes do Penalty e As Asas do Desejo. Em 2019, recebeu o Prémio Nobel da Literatura «por um trabalho influente que, com criatividade linguística, explorou a periferia e especificidade da experiência humana».


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