Planeamento Editorial

Planeamento Editorial
Publicações na Relógio D’Água de Julho a Dezembro de 2019.
Esta é a lista não exaustiva dos títulos que a Relógio D’Água publicará nos próximos seis meses.

JULHO

1 — Histórias Falsas, de Gonçalo M. Tavares
Um ligeiro desvio do olhar em relação à vida conhecida de algumas personagens históricas.

2— Pessoas Normais, de Sally Rooney
Connell e Marianne cresceram na mesma pequena cidade da Irlanda, mas as semelhanças acabam aqui. Na escola, Connell é popular e bem-visto por todos, enquanto Marianne é uma solitária.
Pessoas Normais é uma história de fascínio, amizade e amor mútuos, que acompanha a vida de um jovem casal que tenta separar-se mas que acaba por entender que não o consegue fazer. Mostra-nos como é complicado mudar o que somos e o modo como aprendemos sobre sexo e poder, o desejo de magoar e ser magoado, de amar e ser amado.
O livro obteve o Prémio Costa 2018 para Melhor Romance (Rooney foi a autora mais nova a vencer este prémio, com apenas 27 anos), foi livro do ano pela Waterstones e finalista do Man Booker Prize 2018, do Women’s Prize for Fiction 2019 e do Dylan Thomas Prize 2019. O The Guardian considerou-o “o fenómeno literário da década” e “um futuro clássico”, e o The Times “melhor romance do ano”.

3 — A Balada do Medo, de Norberto Morais
O autor de O Pecado de Porto Negro retoma personagens que parecem saídas do que de melhor produziu a literatura de uma América Latina aqui reinventada.

4 — Agnes Grey, de Anne Brontë
Agnes Grey é baseado na experiência da autora. O romance pretende responder, através da história de uma jovem mulher que se vê obrigada a trabalhar como preceptora, à pergunta: Qual o lugar da mulher na sociedade vitoriana?

5 — Pequenas Misérias da Vida Conjugal, de Honoré de Balzac
Balzac revela-se aqui um divertido observador da intimidade dos casais.
No essencial, apresenta-nos dois tipos humanos. De um lado, Adolphe, de desesperante aridez mental; do outro, Caroline, reduzida à dependência. Os dois jovens esposos vão percorrer o caminho que leva das promessas de felicidade às desilusões.

6 — Memórias, Sonhos, Reflexões, de Carl Gustav Jung
Trata-se de uma antologia de artigos e entrevistas do que depois de ter sido o mais talentoso discípulo de Freud elaborou uma das mais influentes teorias psiquiátricas do século xx.
O livro foi escrito quando, aos 81 anos, Jung decidiu contar a história da sua vida.

7 — Provocações — Ensaios Escolhidos, de Camille Paglia
O feminismo heterodoxo e combativo de Paglia continua a chocar os que mergulham na letargia do politicamente correcto. Mostra-se capaz de ter em conta os aspectos biológicos do ser humano, sem esquecer as dimensões sociais e culturais nem cair no conservadorismo.

8 — O Custo de Vida, de Deborah Levy
Neste livro, parte de uma trilogia, a autora percorre os caminhos da independência da mulher nos tempos de hoje.
A autora reflecte sobre o que é viver com significado e prazer, procurando a liberdade última, que é a de escrever a nossa própria vida, reflectindo ao mesmo tempo sobre a obra de artistas e pensadores como Simone de Beauvoir, James Baldwin, Elena Ferrante, Marguerite Duras, David Lynch e Emily Dickinson.
Deborah Levy recebeu este ano a terceira nomeação para o Man Booker Prize.

AGOSTO

1 — Casas de Vidro, de Louise Penny
Num frio dia de Novembro, uma misteriosa figura aparece na povoação de Three Pines, provocando incómodo, alarme e confusão entre quem a vê.
O Superintendente-Chefe Armand Gamache percebe que qualquer coisa está profundamente errada, mas só pode observar, esperando que os seus piores receios não se concretizem.
No entanto, quando a misteriosa figura desaparece e é descoberto um cadáver, Gamache tem de se lançar nas investigações.
O livro venceu o Agatha Award 2017 na categoria de Melhor Romance Contemporâneo.

2 — A Mesa dos Gatos-Pingados, de Michael Ondaatje
No começo dos anos 50, um rapaz de onze anos embarca com destino a Inglaterra. Durante as refeições, é sentado à “mesa dos gatos-pingados”, onde há adultos e outros dois rapazes. À medida que o navio atravessa os mares, os rapazes saltam de uma aventura para outra. Durante a noite, espiam um prisioneiro algemado. O crime que cometeu e o seu destino são um mistério que os atormentará para sempre.
O Wall Street Journal considera que a obra é “tão conseguida como a sua magnum opus, O Doente Inglês”.

SETEMBRO

1 — O Sermão do Fogo, de Agustina Bessa-Luís
Através de Amélia, uma vidente que é protagonista do romance, conhecemos uma série de personagens e destinos arrastados na sua órbita. Esta filha de camponeses, e criada de servir, vai conhecer um destino surpreendente.

2 — Correspondência entre Agustina Bessa-Luís e Juan Rodolfo Wilcock (Prefácio de Ernesto Montequin)
É uma correspondência (inédita) entre dois intelectuais com afinidades, que relatam as suas viagens e falam de literatura e das suas vidas.

3 — O Abismo de Fogo, de Mark Molesky
O historiador norte-americano de Harvard escreveu a principal obra sobre o terramoto de Lisboa de 1755, um verdadeiro “Apocalipse da Ciência e da Razão”.

4 — Tudo no Seu Lugar, de Oliver Sacks
Uma das obras póstumas do autor de O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, que nos fala dos seus primeiros amores e nos narra as suas últimas histórias.

5 — Correspondências + Minhas Queridas, de Clarice Lispector
Nas suas cartas, a autora entreabre o seu “coração selvagem” aos leitores.

6 — Pensar sem Corrimão (antologia), de Hannah Arendt
Estes ensaios abordam temas que vão desde “Karl Marx e a Tradição do Pensamento Político Ocidental” até “Transições”, passando pelo totalitarismo e a violência na sociedade americana.

7 — Superinteligência, de Nick Bostrom
O autor, investigador em Oxford, examina um problema essencial do nosso tempo, a possibilidade humana de controlar o avanço para a superinteligência antes de ser demasiado tarde.
O livro foi altamente recomendado por Bill Gates e Elon Musk, entre outros.

8 — Atlas do Corpo e da Imaginação, de Gonçalo M. Tavares
Este livro atravessa a literatura, as artes e o pensamento, tendo como temas a identidade, a tecnologia, a morte e as ligações amorosas, a racionalidade e a loucura, a alimentação e o desejo. Uma obra dirigida a todos os sentidos.

9 — Antologia, de João Miguel Fernandes Jorge
Joaquim Manuel Magalhães escolheu o que para si são os melhores poemas de João Miguel Fernandes Jorge.

10 — O Senhor Swedenborg e as Investigações, de Gonçalo M. Tavares
O Senhor Swedenborg realiza as suas investigações geométricas, enquanto escuta uma conferência do Senhor Eliot. Entre muitas outras coisas, apresenta um método para esquecer um acontecimento desagradável.

11 — Os Invisíveis, de Roy Jacobsen
Na primeira metade do século xx, a vida dos pescadores e camponeses daquela ilha não é fácil. Mas à família Barrøy não faltam recursos. O pai de Ingrid sonha com mais filhos, uma ilha maior, e um molhe que o ligue ao continente. A mãe pretende uma ilha mais pequena, mais filhos e uma vida diferente. Ingrid cresce entre o oceano e as tempestades, os pássaros e o amplo horizonte. Mas o ciclo das tarefas e dos dias vê-se interrompido pela súbita irrupção do mundo exterior.
Finalista do Man Booker International Prize 2017.

12 — A Rebelião das Massas, de José Ortega y Gasset
«O homem vulgar, antes dirigido, resolveu governar o mundo. Esta resolução de avançar para o primeiro plano social produziu-se nele automaticamente assim que amadureceu o novo tipo de homem que ele representa.»

OUTUBRO

1 — O Gesto Que Fazemos para Proteger a Cabeça, de Ana Margarida de Carvalho
Duas sociedades fechadas na raia alentejana, vivem à margem da lei, em tempos próximos da guerra civil espanhola, quando a guarda é mais temida do que qualquer gatuno e os cães mais cruéis do que os lobos. Ambas criam as suas próprias regras, se agridem e se oprimem, mas não se percebe nunca exatamente de onde e de quem vem a maior violência. É então que chega alguém com contas por ajustar.

2 — O Adolescente, de Fiodor Dostoievski
Um dos romances essenciais do autor de Crime e Castigo.

3 — Fotomaton — Retratos de Salazar, Cunhal e Soares, de António Barreto
António Barreto viveu politicamente os tempos de Salazar, Cunhal e Soares. Reúne agora retratos desses três políticos determinantes no século xx português.

4 — Ética, de Espinosa (trad. de Diogo Pires Aurélio)
Uma nova tradução da obra de um filósofo só comparável a Descartes e Kant.

5 — As Ilhas dos Pinheiros, de Marion Poschmann
Finalista do Man Booker International Prize 2019

6 — O Xaile Andaluz, de Elsa Morante
O Xaile Andaluz reúne catorze novelas sobre o mundo da infância e da adolescência. A história que deu título ao livro, “O Xaile Andaluz”, fala-nos de um rapaz dividido entre a adoração pelo universo adulto encarnado pela mãe e o medo da realidade.

7 — O Pecado de Porto Negro, de Norberto Morais
Uma obra finalista do Prémio Leya que recria, numa América Latina imaginária, um enredo, tecido das mais variadas personagens, revelando o carácter circular do destino e a capacidade que ele tem de nos desconcertar.

8 — Poemas e Canções (dois volumes), de Leonard Cohen
É uma ampla antologia dos poemas e canções de Leonard Cohen, feita com a participação do próprio autor. Exceptuando os seus romances e o póstumo A Chama, reúne praticamente toda a produção de Cohen. No seu conjunto é uma viagem através da criação literária e musical na sua relação com o amor e o desespero.

9 — Cartas de Prisão, de Rosa Luxemburgo
Durante o período da prisão, que antecedeu em pouco o seu assassínio, a revolucionária alemã de origem polaca, Rosa Luxemburgo, escreveu sobre aspectos comoventes da vida quotidiana.

10 — Nós e Outros Contos, Evguéni Zamiátin
Esta obra reúne a distopia Nós (traduzido pela primeira vez do russo), que influenciou 1984 de George Orwell, e vários contos que confirmam Zamiátin como um grande escritor russo.

11 — O Fantasma de Anil, de Michael Ondaatje

12 — Não Te Esqueças de Viver, de Pierre Hadot

13 — Sobre a Revolução, de Hannah Arendt
Hannah Arendt compara as revoluções americana e francesa de um modo que nos ajuda a compreender a actual evolução da Europa e dos EUA e as suas contradições.

14 — O Portal do Obelisco, 2.º Volume de A Terra Fraturada, de N. K. Jemisin
O 2.º volume da série, três vezes vencedora do Hugo Award.

NOVEMBRO

1 — Prazer e Glória, de Agustina Bessa-Luís

2 — A Muralha, de Agustina Bessa-Luís
Nenhum romance nos dá a cidade do Porto como esta obra de Agustina Bessa-Luís.

3 — Leopardo Negro, Lobo Vermelho, de Marlon James
Do autor de Breve História de Sete Assassinatos, o primeiro volume da “Trilogia da Estrela Negra”, uma fantástica cascata de narrativas que tomam lugar numa África antiga, perigosa e alucinatória.
Neil Gaiman considerou-o “um mundo de fantasia tão bem concretizado como qualquer obra de Tolkien”, o The New York Times “um mundo de fantasia africano nos tons de Bosch, García Márquez e Marvel” e o Washington Post escreveu: “Desvia-te do caminho, Beowulf… James está a abrir caminho para um novo reino”.
Os direitos de adaptação a televisão foram já adquiridos pela companhia de produção de Michael B. Jordan.

4 — Cidades, de Gonçalo M. Tavares
Contos que nos falam de cidades

5 — Os Velhos também Querem Viver, de Gonçalo M. Tavares

6 — Três Conferências, de Maria Filomena Molder

7 — O Olhar de Estrangeiros (de 1755 aos Nossos Dias), de Maria Filomena Mónica

8 — As Crónicas da Explosão, de Yan Lianke
Nomeado para o Man Booker International Prize 2017

9 — A Senhora Palfrey no Hotel Claremont, de Elizabeth Taylor
«Nomeado pelo The Guardian como um dos “100 melhores romances de sempre” e finalista do Man Booker Prize, A Senhora Palfrey no Hotel Claremont é uma visão irónica e compassiva da amizade entre uma mulher de idade e um jovem autor, escrita por uma romancista magnífica, o elo de ligação que faltava entre Jane Austen e John Updike.» [Independent]

10 — Cozinheiro Moderno, Ou Nova Arte de Cozinha, de Lucas Rigaud

11 — Ingmar Bergman: O Caminho contra o Vento (Romance Biográfico), de Cristina Carvalho

12 — A Guerra Civil (Farsália), de Lucano (tradução do latim coordenada por Luís Manuel Gaspar Cerqueira)

DEZEMBRO

1 — O Fim — A Minha Luta: 6, de Karl Ove Knausgård

2 — O Problema dos Três Corpos, de Cixin Liu
Vencedor do Hugo Award 2015 para Melhor Romance. Uma amostra da pujante ficção científica chinesa.

3 — Corpos Celestiais, de Jokha Alharti
Vencedor do Man Booker International Prize 2019.
Corpos Celestiais narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Oman.
Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canada.
Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Oman, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial até aos dias de hoje.
«Fascinante. Mostra-nos uma cultura muito pouco conhecida no Ocidente.» [The Guardian]

96 Responses to “Planeamento Editorial”

  1. Eduardo Roels 2 Agosto, 2019 at 16:40 Permalink

    Prezados, já consideraram publicar a tradução completa (existe uma tradução antiga e parcial do livro em português) de “Conversações com Goethe” de Johann Peter Eckermann? Nietzsche considerava este livro o melhor já escrito em alemão e Walter Benjamin um dos maiores livros de prosa de todo o século XIX.

  2. nuno de m. 3 Agosto, 2019 at 8:01 Permalink

    Viva, Está nas V. previsões a edição de Sangue Sábio, esgotado noutra editora, tal como as obras de Flannery O’Connor que a RdA entretanto publicou? E, se sim, quando?
    Atentamente, nuno de m

  3. Nuno Bento 5 Agosto, 2019 at 14:40 Permalink

    Boa tarde,

    Antes de mais, os meus parabéns pela vossas edições.

    Já consideraram a publicação dos Diários de Thomas Mann?

  4. Joaquim 7 Agosto, 2019 at 15:33 Permalink

    Boas,

    Sugiro a publicação de un livro há muito esgotado em português de Henri Lefebvre chamado “O Fim da História”. Aliás qualquer obra dele seria excelente.

  5. nuno de m. 8 Agosto, 2019 at 8:47 Permalink

    Viva, Tendo já publicados vários textos de norte-americanos do sul, prevêem-se outros auautores e títulos?

    1. Delta Wedding, Eudora Welty?
    2. James Dickey
    3. Roberto Penn Warren
    4. Zora Neale Hurston
    5. Walker Percy
    6. Charles W. Chesnutt

    E, já agora, mudando a geografia, Thornton Wilder e H. L. Mencken?

    Atentamente, nuno de m.

  6. nuno guerreiro 9 Agosto, 2019 at 13:50 Permalink

    Boa tarde.

    Já está prevista a edição do VIAGEM À ÍNDIA do Goçalo M. Tavares?

    Obrigado

  7. Gonçalo 12 Agosto, 2019 at 21:39 Permalink

    Muito boa noite!

    Gostaria de saber se se encontra planeado a publicação/lançamento do romance “Nossa Senhora de Paris” de Victor Hugo.

    Muito obrigado e cumprimentos

  8. Augusta Clara Matos 13 Agosto, 2019 at 0:28 Permalink

    Boa noite!
    Uma sugestão e um desejo muito empenhados de que reeditem a obra de Manuel Vásquez Montalbán, com livros tão bons que a ASA deixou caír e de que não se encontra agora nenhuma tradução portuguesa.
    Para as biografias sugiro a biografia de Trotsky por Isaac Deutscher, considerada a melhor biografia dele e de que não conheço nenhuma edição em português.
    E parabéns pelas belas capas que com tão bom gosto têm escolhido.
    Cumprimentos
    Augusta Clara Matos

  9. Rogério Barros Costa 19 Agosto, 2019 at 11:43 Permalink

    sou escritor já editado, dentro e fora de Portugal.
    Tenho 3 trabalhos para editar.
    gostaria de saber como contar convosco.

  10. Catarina Dessa 20 Agosto, 2019 at 0:29 Permalink

    Olá,
    Ponderam re-editar a obra completa de C.G.Jung? Obrigada

  11. David Manuel dos Reis Oliveira 20 Agosto, 2019 at 11:07 Permalink

    Bom dia
    E para quando a reedição de Doutor FAUSTO de T. Mann?
    Grato

  12. João 21 Agosto, 2019 at 18:11 Permalink

    Caros senhores,

    Planeiam editar algum livro de Sartre?

  13. Rui P. 25 Agosto, 2019 at 19:13 Permalink

    UNDERLAND
    ROBERT MACFARLANE
    Poderiam editar, pf?

  14. Rui P. 25 Agosto, 2019 at 19:17 Permalink

    Obrigado por aceitarem editar Nick Bostrom.
    Obrigado por aceitarem editar Cixin Liu, neste caso a tradução será a directa do chinês?

  15. Rui P. 25 Agosto, 2019 at 19:20 Permalink

    Life 3.0: Being Human in the Age of Artificial Intelligence
    Max Tegmark
    Poderiam editar, pf?

  16. Rui P. 25 Agosto, 2019 at 19:25 Permalink

    The Singularity Is Near: When Humans Transcend Biology
    Raymond Kurzwei
    Poderiam editar, pf?

  17. Rui P. 25 Agosto, 2019 at 19:28 Permalink

    Irwin Shaw
    Poderiam ponderar editar este autor?

  18. Paulo Lopes 26 Agosto, 2019 at 15:47 Permalink

    Boa tarde,
    Está nos vossos planos editar o último livro do Denis Johnson, editado postumamente, “The Largesse of the Sea Maiden” bem como o há muito esgotado “Filho de Jesus”, editado pela já extinta Ahab?
    Obrigado.

  19. Carolina 27 Agosto, 2019 at 10:50 Permalink

    Bom dia, não vão continuar com a trilogia da N. K. Jemisin?

  20. Rafael Menezes 29 Agosto, 2019 at 15:09 Permalink

    Olá,

    Boa tarde. Gostaria de um contato comercial para retomar a venda dos livros da relógio d’água no Brasil. Sou da Livraria da Vila.

    Desde já agradeço.

    att.

  21. Rui P. 1 Setembro, 2019 at 9:12 Permalink

    Sei que está editada uma versão reduzida de “Arquipélago de Gulag” com excelente tradução de Antonio Pescada. É no entanto necessário que se traduza toda a obra. Seria um trabalho de grandioso mas certamente muito valorizado por nós que lemos e valorizamos ao máximo as vossas edições.

    • nuno de m. 4 Setembro, 2019 at 17:09 Permalink

      Se várias obras estão editadas noutro lado faz sentido dispersar energias quando há tanta coisa por editar? Além do mais os direitos de Soljenitsin não são públicos.
      nm,

      • Rui P. 11 Setembro, 2019 at 9:11 Permalink

        Em Portugal nunca existiu acesso à tradução integral do monumental “Arquipélago de Gulag”. A Bertrand chegou a editar dois volumes mas faltou sempre uma parte significativa da obra, que não se traduziu. A edição agora existente, feita pelo António Pescada, é a de um resumo da obra feito pelo autor.

  22. cristina VIeira 3 Setembro, 2019 at 8:11 Permalink

    por favor, ponderem publicar

    a velocidade da luz , Javier Cercas
    as alegrias da maternidade de Buchi emecheta
    voragem de Tanizaki
    o alforge de Nakhjavani
    Primavera num espelho partido de Mario Banedetti
    o bom filho de you-jeong-Jeong
    stalker de Tarryn Fisher

  23. Rui P. 3 Setembro, 2019 at 15:11 Permalink

    Chinua Achebe
    Poderiam editar algum livro deste autor? A Flecha de Deus seria um bom título para começar a tradução da obra do autor.

  24. Rui P. 3 Setembro, 2019 at 21:30 Permalink

    Desculpe a minha insistência mas é fundamental que a RdA considere a edição de “Lucky Per” de Henrik Pontoppidan. Vejam por favor o filme Um Homem de Sorte no Netflix e vão de imediato perceber a importância de editar este e outros livros do autor que recebeu o Nobel da Literatura em 1917.

  25. Rui P. 3 Setembro, 2019 at 21:40 Permalink

    Considerem por favor a edição de “The Painted Bird” de Jerzy Nikodem Kosiński. Este autor já teve edição em português há muito esgotada. O filme – The Painted Bird – estreou hoje, 3/9/2019, no Festival de Veneza.

  26. João Pedro Fazendeiro 13 Setembro, 2019 at 10:54 Permalink

    Já não teremos os livros das irmãs Bronte, Balzac e Dickens anteriormente anunciados até ao final do ano? A edição de clássicos vai abrandar nos próximos meses?

    Obrigado,

    João Pedro Fazendeiro

  27. Felismina Dias 13 Setembro, 2019 at 14:13 Permalink

    Boa tarde.
    Não pondera a RdA a publicação dos livros de Kate Atkinson dedicados às investigações de
    Jackson Brodie? A iniciar pelo “Case Histories”.
    Apesar de se tratar de livros de “género” (mistérios) não são em nada inferiores aos outros romances desta notável autora.

    Cps
    Felismina Dias

  28. Pedro Sousa 14 Setembro, 2019 at 10:23 Permalink

    Estimados,

    Gostaria de saber se ponderam publicar o diário ‘The Exegesis of Philip Dick’ – ou parte da obra já que se trata de um texto denso e longo.

    Continuação de um excelente trabalho.
    Com os melhores cumprimentos,
    Pedro Sousa

  29. Carla Sousa 15 Setembro, 2019 at 10:44 Permalink

    Bom dia.

    Alguma hipótese de virem a publicar “A ponte do rio Kwai” / “O planeta dos macacos”, de Pierre Boule; “A river runs through it” de Norman Maclean; ou “The IPCRESS File” de Len Deighton?

    Obrigada pela atenção.

  30. Rui P. 19 Setembro, 2019 at 22:16 Permalink

    Não encontrei rasto de alguma vez ter sido editado em língua portuguesa. Nem aqui nem no Brasil. Estive a ver as críticas disponíveis e comprei o e-book em castelhano que já comecei, com esforço, a ler. Sim é fundamental que a RdA considere a edição de “Lucky Per” de Henrik Pontoppidan. É um marco literário que não se entende ainda não ter sido traduzido. Um livro como este traduzido do original seria uma edição excepcional.

  31. Dulcineide Lopes 21 Setembro, 2019 at 13:00 Permalink

    Seu Carlos,
    Fiquei na curiosidade com esse livro do Lucky Per e fui no Netflix ver o filme. Gostei demais. O personagem tem a sua ideia e não aceita ceder a interesses sofrendo as consequência por ser integro. Muito bom. E o finalzinho é um momento de grande emoção. Quero ler esse livro ai. Pública vai Seu Carlos.
    Beijo
    Sua
    Neide

  32. Marco 22 Setembro, 2019 at 9:22 Permalink

    Gilead de Marilynne Robinson, faz sentido na V. linha editorial?
    É um livro fabuloso.
    Obrigado.

    • Carlos Vasconcelos 23 Setembro, 2019 at 16:18 Permalink

      Estimado,
      Faz sim e estamos a considerar o livro.

      • Marco 23 Setembro, 2019 at 20:39 Permalink

        Ótimo. Existe uma versão portuguesa da Difel, de 2004, com uma excelente tradução de António Pescada, uma capa horrível e um título: «Ao meu Filho», que apesar de fazer algum sentido é totalmente enganador.
        De qualquer modo está esgotado em todo o lado, e nem em alfarrabistas se encontra. Só mesmo na Biblioteca Nacional.
        Muito obrigado.

  33. Carlos Meireles 23 Setembro, 2019 at 21:03 Permalink

    Exmos. Senhores,
    A sugestão de tradução de “Lykke-Per” é uma verdadeira preciosidade que vos está a ser apresentada. Foi com elevo que vi esta sugestão. Em Inglaterra também tarde se descobriu está magnífica obra. Um prodígio da literatura europeia. Vejam aqui https://www.goodreads.com/book/show/7537919-lykke-per este é um grande livro. Uma sugestão de mestre.
    Cumprimentos

  34. André Bastos 23 Setembro, 2019 at 21:20 Permalink

    Li o Per o Sortudo numa tradução má que comprei num sebo. Era uma coisa dactilografada e depois policopiada com uma muito má qualidade. Comprei porque reparei que já havia sido lido muita vez. Li com sofreguidão pelas noites fora mesmo tendo trabalho pesado no dia seguinte. É essa a magia dos livros extraordinários, mesmo numa tradução de amador estava ali o Per e toda a sociedade de uma Copenhaga a sair para a modernidade. E no fim Per nos dá uma lição sobre o que é realmente importante. Sim Per é uma obra que tenho o prazer de conhecer e que me ajudou a perceber o sentido que devemos dar à nossa vida. Gostava de reler numa boa tradução.

  35. José Esteves 24 Setembro, 2019 at 21:00 Permalink

    Neste quase 20 anos que já passei na Dinamarca tive oportunidade de aprender o idioma. A minha maior prova foi a leitura desse escritor muito amado em todo o país o Henrik Pontoppidan. A leitura de Lykke Per foi um momento maior na minha vida enquanto leitor. Muitas vezes ponderei começar a tradução para o português mas nunca o faria como bem merece. Admiravelmente desconhecemos em Portugal um dos maiores escritores da Europa e uma das maiores obras só comparável ao melhor de Victor Hugo, Dumas ou Eça. Dou os parabéns à Relógio d’Água se avançar com este projecto magnífico de edição. Portugal merece conhecer o grande Henrik Pontoppidan e o seu inesquecível Lykke Per.
    Abraço enviado aqui da Dinamarca e força nisso!
    José Esteves

  36. Rui P. 25 Setembro, 2019 at 13:01 Permalink

    Boa tarde,
    A RdA vai editar o “Wolf Hall”? Seria uma excelente ideia agora que já não podemos, pela pior razão, comprar a edição da Civilização.

  37. Mafalda 25 Setembro, 2019 at 22:50 Permalink

    Boa noite,
    venho deste modo sugerir as seguintes obras:
    “The Gene: An Intimate History” de Siddhartha Mukherjee
    “A Crack in Creation” de Jennifer Doudna
    Obrigada pelo vosso tempo.

  38. Paulo palma 27 Setembro, 2019 at 17:08 Permalink

    Boa tarde estão a pensar editar o Betão e a Correcção do Thomas Bernard?

    Cump.

  39. José Meireles 30 Setembro, 2019 at 21:59 Permalink

    Boa noite
    Vão editar Henrik Pontoppidan?
    Cumprimentos

  40. Marta 1 Outubro, 2019 at 14:42 Permalink

    Há perspetiva de publicar alguma coisa do filósofo francês René Girard?

  41. Pedro 2 Outubro, 2019 at 8:12 Permalink

    Bom dia.
    Para quando a publicação de “O Adolescente” de Dostoiévski?
    Obrigado.

  42. José Reis 4 Outubro, 2019 at 14:32 Permalink

    Boa tarde!
    Disseram que iam publicar Salgari. Para quando e que obras?
    Será que estão a pensar editar a saga asiática de James Clavell? Gostaria muito!

    Cumprimentos

  43. José Reis 4 Outubro, 2019 at 14:34 Permalink

    Boa tarde? Estão previstas mais obras de Dickens, Dumas e Victor Hugo? Quais?

    Cumprimentos

    • Carlos Vasconcelos 7 Outubro, 2019 at 15:32 Permalink

      Estimado,
      Iremos ter mais obras dos três autores que refere. Assim que a data de lançamento estiver próxima anunciaremos.

  44. Augusta Clara Matos 7 Outubro, 2019 at 21:30 Permalink

    Boa noite!
    Venho propor a publicação de dois livros:
    – “Artemisia” da autoria da escritora italiana Anna Banti. Trata-se de um romance sobre a pintora Artemisia Gentileschi, muito elogiado por Susan Sontag numa das suas crónicas. Creio que nunca foi editado em Portugal;
    – “O Verão em Baden-Baden” do russo Leonid Tsípkin, sobre Dostoievski, publicado em 2003 pela Gótica e actualmente esgotado. Li-o e é um livro muito interessante.
    Grata pela atenção.
    Cumprimentos
    Augusta Clara de Matos

  45. Rui P. 8 Outubro, 2019 at 9:43 Permalink

    Caro Carlos Vasconcelos,
    Continuo a ler o Lukky Per em castelhano, é a edição que tenho… É um livro estraordinário, uma história fluente e plena de significado. Formidável.
    Decidam editar, pf, nós leitores agradeceremos.
    Cumprimentos

  46. Pedro Sousa 8 Outubro, 2019 at 21:15 Permalink

    Estimados,

    Irão dar continuidade à publicação da obra de Blanchot, nomeadamente de ‘L’écriture du désastre’?

    Grato pela atenção.
    Votos de um excelente trabalho,
    Pedro Sousa

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