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VIVER NO FIM DOS TEMPOS

27.00 € 24.30 €


Miguel Serras Pereira
9789896412388
500
15,3 x 23,3 cms
Capa Mole
728 gr

Para o autor de Bem-Vindo ao Deserto do Real, o capitalismo global está a chegar à sua crise final. Slavoj Žižek aponta os quatro cavaleiros deste futuro apocalipse: a crise ecológica mundial; os desequilíbrios do sistema económico; a revolução biogenética; e as divisões sociais explosivas.
Como está a sociedade ocidental a gerir as nossas vidas durante este período? Numa análise da situação global, Žižek argumenta que as nossas respostas colectivas a este Armagedão económico correspondem às etapas do luto: negação ideológica, explosões de raiva e tentativas de regatear, seguidas de depressão e aceitação. Depois de ultrapassar este ponto-zero, podemos começar a entender a crise como uma oportunidade para um novo começo.
Žižek examina as formas culturais e políticas destas etapas da evasão ideológica e do protesto político, do obscurantismo da New Age ao violento fundamentalismo religioso. Conclui com um convite ao retorno à crítica marxista da economia política.

«Žižek escreve com paixão e uma energia aforística que é fascinante.»
[Los Angeles Times]

«As críticas de Žižek ao capitalismo e à reposição do pensamento comunista
são ao mesmo tempo perspicazes e bem fundamentadas.» [Publishers Weekly]

«Escava alegremente as fendas ideológicas da crise financeira, de modo a
alargá-las.» [Guardian]


Para o autor de Bem-Vindo ao Deserto do Real, o capitalismo global está a chegar à sua crise final. Slavoj Žižek aponta os quatro cavaleiros deste futuro apocalipse: a crise ecológica mundial; os desequilíbrios do sistema económico; a revolução biogenética; e as divisões sociais explosivas.
Como está a sociedade ocidental a gerir as nossas vidas durante este período? Numa análise da situação global, Žižek argumenta que as nossas respostas colectivas a este Armagedão económico correspondem às etapas do luto: negação ideológica, explosões de raiva e tentativas de regatear, seguidas de depressão e aceitação. Depois de ultrapassar este ponto-zero, podemos começar a entender a crise como uma oportunidade para um novo começo.
Žižek examina as formas culturais e políticas destas etapas da evasão ideológica e do protesto político, do obscurantismo da New Age ao violento fundamentalismo religioso. Conclui com um convite ao retorno à crítica marxista da economia política.

«Žižek escreve com paixão e uma energia aforística que é fascinante.»
[Los Angeles Times]

«As críticas de Žižek ao capitalismo e à reposição do pensamento comunista
são ao mesmo tempo perspicazes e bem fundamentadas.» [Publishers Weekly]

«Escava alegremente as fendas ideológicas da crise financeira, de modo a
alargá-las.» [Guardian]

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