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VERDADE E POLÍTICA

7.40 € 6.66 €


9789727082827
13,8 x 21 cms
Capa Mole
110 gr

«O ob-jec-to des-tas re-fle-xões é um lu-gar co-mum. Nun-ca nin-guém te-ve dú-vi-das que a ver-da-de e a po-lí-ti-ca es-tão em bas-tan-te más re-la-ções, e nin-guém, tan-to quan-to sai-ba, con-tou al-gu-ma vez a boa fé no nú-me-ro das vir-tu-des po-lí-ti-cas. As men-ti-ras fo-ram sem-pre con-si-de-ra-das co-mo ins-tru-men-tos ne-ces-sá-rios e le-gí-ti-mos, não ape-nas na pro-fis-são de po-lí-ti-co ou de-ma-go-go, mas tam-bém na de ho-mem de es-ta-do. Por que se-rá as-sim? E o que é que is-so sig-ni-fi-ca no que se re-fe-re à na-tu-re-za e à dig-ni-da-de do do-mí-nio po-lí-ti-co, por um
la-do, e à na-tu-re-za e à dig-ni-da-de da ver-da-de e da boa–fé, por ou-tro? Se-rá da pró-pria es-sên-cia da ver-da-de ser im-po-ten-te e da pró-pria es-sên-cia do po-der en-ga-nar? E que es-pé-cie de rea-li-da-de pos-sui a ver-da-de se não tem po-der no do-mí-nio pú-bli-co, o qual, mais do que qual-quer ou-tra es-fe-ra da
vi-da hu-ma-na, ga-ran-te a rea-li-da-de da exis-tên-cia aos ho-mens que nas-cem e mor-rem — quer di-zer, se-res que sa-bem que sur-gi-ram do não–ser e que vol-ta-rão pa-ra aí de-pois de um bre-ve mo-men-to? Fi-nal-men-te, a ver-da-de im-po-ten-te não se-rá tão des-pre-zí-vel co-mo o po-der des-preo-cu-pa-do com a ver-da-de? Es-tas são ques-tões em-ba-ra-ço-sas, mas que as nos-sas con-vic-ções cor-ren-tes so-bre a ma-té-ria ne-ces-sa-ria-men-te sus-ci-tam.»


«O ob-jec-to des-tas re-fle-xões é um lu-gar co-mum. Nun-ca nin-guém te-ve dú-vi-das que a ver-da-de e a po-lí-ti-ca es-tão em bas-tan-te más re-la-ções, e nin-guém, tan-to quan-to sai-ba, con-tou al-gu-ma vez a boa fé no nú-me-ro das vir-tu-des po-lí-ti-cas. As men-ti-ras fo-ram sem-pre con-si-de-ra-das co-mo ins-tru-men-tos ne-ces-sá-rios e le-gí-ti-mos, não ape-nas na pro-fis-são de po-lí-ti-co ou de-ma-go-go, mas tam-bém na de ho-mem de es-ta-do. Por que se-rá as-sim? E o que é que is-so sig-ni-fi-ca no que se re-fe-re à na-tu-re-za e à dig-ni-da-de do do-mí-nio po-lí-ti-co, por um
la-do, e à na-tu-re-za e à dig-ni-da-de da ver-da-de e da boa–fé, por ou-tro? Se-rá da pró-pria es-sên-cia da ver-da-de ser im-po-ten-te e da pró-pria es-sên-cia do po-der en-ga-nar? E que es-pé-cie de rea-li-da-de pos-sui a ver-da-de se não tem po-der no do-mí-nio pú-bli-co, o qual, mais do que qual-quer ou-tra es-fe-ra da
vi-da hu-ma-na, ga-ran-te a rea-li-da-de da exis-tên-cia aos ho-mens que nas-cem e mor-rem — quer di-zer, se-res que sa-bem que sur-gi-ram do não–ser e que vol-ta-rão pa-ra aí de-pois de um bre-ve mo-men-to? Fi-nal-men-te, a ver-da-de im-po-ten-te não se-rá tão des-pre-zí-vel co-mo o po-der des-preo-cu-pa-do com a ver-da-de? Es-tas são ques-tões em-ba-ra-ço-sas, mas que as nos-sas con-vic-ções cor-ren-tes so-bre a ma-té-ria ne-ces-sa-ria-men-te sus-ci-tam.»

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