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A PROFUNDIDADE E A SUPERFÍCIE

10.09 € 9.08 €


9789727087518
172
13,8 x 21 cms
Capa Mole
270 gr

«A incerteza que precipita o leitor na sua leitura tem por consequência libertar o afecto. Dividido entre a posição de leitor-que-não-percebeu-nada e a de Leitor-eleito-cúmplice-de-um-segredo, hesitando entre dois pólos instáveis, só encontra paz nesse clima “poético” que emana da obra e o encanta. Procura um ponto de referência onde se agarrar, um solo estável, um sentido assegurado. À falta disso, o afecto, libertado precisamente pela ausência de um sentido único, flutua sem apoio sobre os significantes do discurso.»
«A incerteza que precipita o leitor na sua leitura tem por consequência libertar o afecto. Dividido entre a posição de leitor-que-não-percebeu-nada e a de Leitor-eleito-cúmplice-de-um-segredo, hesitando entre dois pólos instáveis, só encontra paz nesse clima “poético” que emana da obra e o encanta. Procura um ponto de referência onde se agarrar, um solo estável, um sentido assegurado. À falta disso, o afecto, libertado precisamente pela ausência de um sentido único, flutua sem apoio sobre os significantes do discurso.»


«A incerteza que precipita o leitor na sua leitura tem por consequência libertar o afecto. Dividido entre a posição de leitor-que-não-percebeu-nada e a de Leitor-eleito-cúmplice-de-um-segredo, hesitando entre dois pólos instáveis, só encontra paz nesse clima “poético” que emana da obra e o encanta. Procura um ponto de referência onde se agarrar, um solo estável, um sentido assegurado. À falta disso, o afecto, libertado precisamente pela ausência de um sentido único, flutua sem apoio sobre os significantes do discurso.»
«A incerteza que precipita o leitor na sua leitura tem por consequência libertar o afecto. Dividido entre a posição de leitor-que-não-percebeu-nada e a de Leitor-eleito-cúmplice-de-um-segredo, hesitando entre dois pólos instáveis, só encontra paz nesse clima “poético” que emana da obra e o encanta. Procura um ponto de referência onde se agarrar, um solo estável, um sentido assegurado. À falta disso, o afecto, libertado precisamente pela ausência de um sentido único, flutua sem apoio sobre os significantes do discurso.»