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30 EXEMPLOS (ARQUITECTURA PORTUGUESA NO VIRAR DO SÉC. XX)

15.15 € 13.64 €


9789727088164
260
17 x 24,5 cms
Capa Mole
510 gr

Este livro é uma selecção dos textos escritos pelo arquitecto Manuel Graça Dias para o Expresso nos últimos três anos.
Como escreve o próprio autor:
«Segui quase sempre o mesmo método: visitar [sempre que possível acompanhado pelo(s) autor(es)] a obra, o espaço cons-truído; andar por lá, deixar-me levar, seguindo sugestões que me iam fazendo ou que eu entendia propor.
Perguntas ligeiras acertavam a minha percepção; bisbilhotar; olhar por trás, por dentro, as caixas construídas; perguntar à flor da pele, mais por paixão que por curiosidade racional.
Mais tarde analisava os desenhos reduzidos que me faziam chegar. Compreendia às vezes, só então, as razões geométricas que nos tinham conduzido os passos. Se fosse preciso, pelo telefone, unia bocados do puzzle, concluía impressões, raciocínios.
Depois escrevia. Numa “primeira parte”, ganhava espaço e embalagem, situando o problema num todo mais vasto, mais largo, cada projecto parecendo-me sempre caber num dos muitos temas que atravessam a cidade contemporânea: desenvolvia alguns conceitos, apontava mitos, tentava baralhar ideias- feitas. Depois, procurava descrever, no essencial, a obra que visitara [e, então, o alívio do texto quase cumprido, do ultrapassado que nos envolve de segurança e permite avançar de frente à procura do remate, da merecida conclusão].»


Este livro é uma selecção dos textos escritos pelo arquitecto Manuel Graça Dias para o Expresso nos últimos três anos.
Como escreve o próprio autor:
«Segui quase sempre o mesmo método: visitar [sempre que possível acompanhado pelo(s) autor(es)] a obra, o espaço cons-truído; andar por lá, deixar-me levar, seguindo sugestões que me iam fazendo ou que eu entendia propor.
Perguntas ligeiras acertavam a minha percepção; bisbilhotar; olhar por trás, por dentro, as caixas construídas; perguntar à flor da pele, mais por paixão que por curiosidade racional.
Mais tarde analisava os desenhos reduzidos que me faziam chegar. Compreendia às vezes, só então, as razões geométricas que nos tinham conduzido os passos. Se fosse preciso, pelo telefone, unia bocados do puzzle, concluía impressões, raciocínios.
Depois escrevia. Numa “primeira parte”, ganhava espaço e embalagem, situando o problema num todo mais vasto, mais largo, cada projecto parecendo-me sempre caber num dos muitos temas que atravessam a cidade contemporânea: desenvolvia alguns conceitos, apontava mitos, tentava baralhar ideias- feitas. Depois, procurava descrever, no essencial, a obra que visitara [e, então, o alívio do texto quase cumprido, do ultrapassado que nos envolve de segurança e permite avançar de frente à procura do remate, da merecida conclusão].»

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